#3 curiosidades a meu respeito


Vi, nos últimos meses, várias pessoas compartilhando pelo Facebook curiosidades sobre si e, embora sabendo que poucas pessoas se darão ao trabalho de ler, sou obrigada a confessar que a narcisista que mora em mim não me deixou em paz até que eu fizesse o mesmo.

Assim, eis aqui três curiosidades trágicas e engraçadas a meu respeito:

Número um: Não sei exatamente em qual momento de minha vida eu me tornei a pessoa tímida e insegura que sou hoje, pois, durante toda a minha infância e parte da minha adolescência, eu sonhava em ser atriz. Eu adorava uma plateia, tudo virava teatro. Fiz, inclusive, com meus 11 ou 12 anos, um curso de teatro e, ao final, apresentamos uma peça onde eu era uma senhora que esbanjava peitos falsos enormes e trajava um vestido no qual deveria caber umas três Patrícias. Na cena final eu corria aos berros atrás do meu "marido" com um peru assado em mãos que, sim, eu acertei nele.

Número dois: Ganhei, ao 13 anos de idade, meu presente de 15 anos: uma viagem para a Disney. Duas semanas com a minha melhor amiga no lugar em que os sonhos se realizam. Nosso sonho, porém, no segundo dia, era voltar para casa. Ao menos o meu era. Eu não tinha nem forças para aplaudir a Sininho luminosa que planava sob o castelo da Cinderela, porque eu sentia muito calor, tinha um sono desumano e uma fome desgraçada de qualquer coisa que não fosse hambúrguer com gosto de nada, batata frita e refrigerante.

Número três: Quando eu era criança, meu pai começou a apresentar problemas de saúde. Ele teve duas convulsões na minha frente em diferentes épocas da minha infância e ambas no momento do almoço. Eu demorei muito tempo para conseguir comer à mesa, principalmente em restaurantes, sem ficar nervosa e enjoada. Até hoje eu ainda apresento uma relação incomum com a tal da comida. Freud explica ou eu já expliquei?
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Comentários via facebook

10 comentários:

  1. ADOREI! Três curiosidades muito bem escolhidas para relatar mesmo e por favor me ressuscite que eu to rindo (ainda) da sua cena com peitões falsos e etc correndo atrás do marido. um beijãoooo.
    www.pgaveta.blogspot.com

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  2. hahahahah, foi muito engraçado, Dani! Minha tristeza é não ter um vídeo desse dia pra poder rever essa cena e mostrar pra todo mundo!

    Beijão!!

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  3. Eu também sonhava em ser atriz, fazia aula de teatro quando tinha uns oito anos e numa peça eu fiz o papel de um anjo calado e aquilo me deixou pra baixo, pois eu não tinha fala! Eu só ficava lá parada! Fiquei frustrada. ahahaha queria ter visto a sua peça!
    Sobre a viagem para Disney: depois que você voltou para casa, teve alguma vontade de voltar para Disney? Sempre quero saber se as pessoas tem vontade de voltar para um lugar longe aonde foram.

    Beijos, escrevoporvicio.blogspot.com

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  4. Sério, Maíra? Que judiaria! hehe
    Logo que voltei, não. Mas hoje em dia tenho muuuita vontade de voltar, mas agora por conta própria e com o namorado, hehe. É um sonho nosso!

    Beijãoo! Obrigada pela visita :)

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  5. Olá, flor!
    Eu vim até seu blog para retribuir sua carinhosa visita ao meu e me senti "em casa" por aqui. Que lindo espaço! Que qualidade de publicações! Parabéns.
    Eu selecionei esse post para comentar não por ser o mais recente… Eu adoro tags que nos permitem conhecer melhor as pessoas que estão "por detrás das telas". Não me arrependi de conhecer um pouco sobre você. Eu fiquei curiosa em saber se você ainda sonha em ser atriz (rs). Parece que não. Mas espero, realmente, que este sonho não tenha morrido justamente por considerar a si mesma insegura demais. Seria muito triste se este fosse o motivo.
    A insegurança e timidez podem fazer parte de você hoje, mas não precisam definir todo o seu futuro, não é? :) Vejo quão rica é a sua criatividade e que "a personagem com peitos enormes" ainda está aí dentro, esperando outro palco para brilhar (rs).
    Sobre seu pai… imagino quão difícil tenha sido. Complicado ter alguém que amamos passando mal e nos sentirmos impotentes. Não só Freud explica, mas Skinner também (rs). Eu sou psicóloga, mas minha abordagem é totalmente diferente da psicanálise (haha). Por isso estou "puxando a sardinha para o meu lado" e dizendo a você que houve apenas uma associação, natural, entre a situação que (infelizmente) se repetiu e a contingência (alimentar-se à mesa). Basta você continuar enfrentando o monstro da ansiedade e sentar-se à mesa para notar que não… As convulsões não irão se repetir apenas porque está ali. Foram dois momentos isolados, que ocorreram coincidentemente durante a refeição. Mas não foi a refeição que as provocou.
    Desculpe se falei demais… Acho que se fizesse um comentário vago, seria simples demais perto da pessoalidade deste post, flor. :)
    Adorei conhecê-la um pouquinho.
    Beijo carinhoso!

    My Queen Side

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    1. Que linda! Até me emocionei com o seu comentário, obrigada por destinar todo esse tempo e carinho para o meu cantinho. É verdade, a senhora peituda ainda está por aqui, toda essa energia e criatividade não foram perdidas pela timidez e insegurança, mas encontraram outra forma de serem expostas, que é ainda mais gratificante e que, felizmente, tem me preenchido e fazendo meus olhos brilhares todos os dias, a escrita. Não sabia que tu eras psicóloga, que legal!! *-* Também fiz essa mesma análise que tu, hehe.

      Fiquei muito, muito feliz com tuas palavras, espero que volte sempre aqui!! :)
      Um beijo enorme!

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  6. Adorei essas curiosidades! E fiquei com invejinha do bem da numero #2! Sonho eu viajar para fora do Brasil! Beijo lindona!

    www.modaemamor.blogspot.com

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    1. Que bom, Lilian!
      Ah, lá é demais mesmo! Ainda pretendo voltar, mas dessa vez com mais calma pra aproveitar mais! *-*

      Beijão, obrigada pela visita!

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  7. Gostei muito do post!
    Bem descontraído. Rs
    Com certeza voltarei mais vezes ao teu blog!
    Beijos

    http://universo-doce.blogspot.com.br

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    1. Que bom, Layany!
      Fico feliz, será sempre bem vinda!

      Beijos!

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